"Proteger a infância não é uma bandeira de conveniência.
É um dever moral, social e institucional."
Minha proposta é clara, firme e inegociável: tolerância zero ao abuso sexual de crianças e adolescentes.
Defendo uma atuação pública corajosa, responsável e permanente para proteger a infância, fortalecer as famílias e mobilizar a sociedade contra uma das formas mais cruéis de violência.
Essa pauta não pode ser tratada apenas como discurso de ocasião. É preciso transformar indignação em ação concreta. Por isso, minha plataforma sustenta cinco compromissos centrais que não são promessas — são mandatos de ação.
Investimento em educação preventiva nas escolas, igrejas e comunidades. Informação acessível que prepara famílias e lideranças para identificar sinais de abuso antes que o dano ocorra.
Uma sociedade que conhece os sinais é uma sociedade que protege. Campanhas contínuas que rompem o silêncio, quebram tabus e constroem uma cultura de vigilância responsável e solidária.
Mecanismos seguros e acessíveis de denúncia, com resposta rápida das autoridades competentes. Denunciar é proteger. Silenciar é cumplicidade. Canais eficazes para quem precisa agir.
A vítima precisa ser acolhida com dignidade. A família precisa de apoio. Políticas de atendimento especializado, suporte psicológico e reconstrução de vínculos são parte essencial da resposta.
O abusador precisa ser enfrentado com firmeza, sem relativização e sem tolerância. Defesa intransigente da aplicação da lei e combate à impunidade que protege agressores e silencia vítimas.
É contra essa cultura de medo e negligência que eu me posiciono. Defendo o fortalecimento de políticas e ações que ampliem a informação nas escolas, igrejas, comunidades e instituições, porque proteger uma criança exige vigilância responsável, escuta sensível e compromisso coletivo.
A proteção da infância não depende apenas do Estado. Ela exige participação da família, das lideranças e de toda a sociedade.
"Não se constrói uma sociedade justa permitindo que os mais vulneráveis permaneçam expostos ao medo, ao silêncio e à impunidade."
Não basta reagir depois que a violência já aconteceu. É necessário investir em prevenção séria, orientação acessível e resposta rápida. Essa luta precisa de vozes, de presença e de compromisso real.
"Proteger a infância é proteger o futuro. Não é retórica. É prioridade absoluta."
Proteger a infância é um dever moral, social e institucional.
Não é uma bandeira de conveniência. É prioridade absoluta.
Tolerância zero — sem exceção, sem relativização, sem impunidade.
Deixe seu contato e seja um dos primeiros a apoiar a pré-candidatura de Rogério Souza. A proteção da infância começa com cada pessoa que decide agir.